domingo, 25 de janeiro de 2015
Cigarro eletrônico pode ser cancerígeno, diz estudo
Os efeitos nocivos do cigarro eletrônico para saúde
foram detalhados em um novo estudo divulgado pela
Universidade do Estado de Portland, nos Estados Unidos.
De acordo com a pesquisa, o líquido que cria o vapor
tragado pode formar uma substância cancerígena, o
formaldeído. A substância, no entanto, não aparece caso
o cigarro seja usado em baixa voltagem (3,3 volts). Caso
o usuário regule por uma corrente mais alta, a partir de
5 volts, a substância começa a se formar. Os
pesquisadores afirmam ainda que o usuário de cigarro
eletrônico que traga todo dia cerca de 3 ml desse
líquido vaporizado aquecido ao máximo absorve 14
miligramas de formaldeído. Já quem fuma um maço de
cigarro por dia absorve cerca de três miligramas. A
Organização Mundial de Saúde já havia alertado sobre o
perigo do uso de cigarros eletrônicos em locais
públicos, em agosto. O alerta foi julgado exagerado por
alguns especialistas, que consideram a versão eletrônica
menos nociva que o cigarro comum - que contém cerca de 4
mil substâncias tóxicas.
Correio
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