segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

O DESPERTAR DOS PARDAIS

Ainda que os pardais não cantam jamais
Mas gorjeiam a chegada do amanhecer
São quatro e meia da manhã
Da mangueira sai o aviso das rotinas
O sol que rompem obscuras nuvens
O labor, a caminhada, o desjejum dos controlados
As luzes tão esperadas de mais um espetáculo
Da magia do céu ao abrir as diárias cortinas

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